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Você é um bom profissional? Já parou para pensar nisso?

Na maioria das vezes, espera-se muito do outro, espera que o outro seja responsável, gentil, pontual, que seja um bom líder, se relacione bem com a equipe... mas raramente paramos para pensar se nós mesmos somos tudo isso, se somos bons profissionais. Está na hora de parar e pensar nisso!

Por Redação MN

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Pensando em - o que é ser um bom profissional - pode-se elencar vários adjetivos, mas com certeza, cada um vai refletir sobre suas próprias características, como está o seu comportamento, quais são suas habilidades,  qual é o seu propósito no trabalho, o que o motiva,  e porque não, quais foram os resultados obtidos até agora com tudo isso.

Mas de um modo geral, podemos conhecer algumas das principais características de um profissional valorizado no mercado de trabalho atual como um parâmetro . É importante lembrar que não existem profissionais perfeitos e que tentar alcançar a perfeição pode acabar te deixando frustrado ao longo da sua vida profissional. O que você pode fazer é demonstrar esforço em melhorar sempre a sua performance, comportamentos, habilidades, competências e atuação, uma vez que, fazendo isso, você tem cada vez mais chances de crescer e ser reconhecido pelo mercado.

Vamos às principais características de um profissional valorizado no mercado de trabalho atual:

Ser dedicado

Um bom profissional é aquele que se dedica às tarefas com as quais se comprometeu, realizando um trabalho cuidadoso, atento e bem executado. A dedicação está relacionada tanto à qualidade do trabalho quanto ao cumprimento dos prazos, fazendo com que o profissional se torne uma pessoa confiável, com quem a empresa e a equipe podem sempre contar.

Ser flexível

Um profissional flexível está sempre aberto às opiniões alheias e desapega-se mais facilmente das suas, caso as outras opiniões realmente sejam melhores para os resultados e os processos dos trabalhos. Pessoas flexíveis mostram que estão mais preocupadas com os resultados do que com seu próprio orgulho ou ego, tendendo a ser boas nos trabalhos em equipe, pois não colocam obstáculos e dificuldades na resolução dos problemas.

Ser responsável

Um profissional responsável é aquele que cumpre as tarefas que lhe foram atribuídas e que assume tanto os méritos quanto as falhas. Além disso, ele busca se aperfeiçoar para realizar as tarefas do melhor modo, pois não acha correto que um outro profissional assuma as suas tarefas e corrija os seus erros. Ou seja, responsabilizar-se pelas suas funções e pelos seus resultados é sinal de um bom profissional, honesto e confiável.

Ser educado e gentil

Ser educado e gentil com os colegas de trabalho é de extrema importância para quem deseja ser valorizado no mercado, pois isso se refletirá de forma positiva nas relações interpessoais no ambiente de trabalho. Faça questão de cumprimentar a todos e também de se colocar à disposição para ajudar com algo quando for possível para você. Fazendo isso, você constrói ao seu redor uma rede de colaboração mútua, em que todos estarão sempre dispostos contribuir com o crescimento e desenvolvimento uns dos outros.

Ter capacidade de liderança

Muito se engana quem acredita que para liderar é preciso estar em um cargo de liderança. Nem sempre isso é necessário para que aconteça efetivamente e na prática, uma vez que para liderar o profissional apenas precisa ter a grande habilidade de se automotivar e de motivar as pessoas ao seu redor a trabalharem em prol de um objetivo maior. Indivíduos assim são altamente valorizados pelas empresas, pois, além de não esperarem ordens para fazer algo, eles inspiram seus colegas, através de palavras, comportamentos ou exemplos, a também se empenharem, não só para atender aos anseios da empresa que os emprega, mas para desenvolver uma carreira sólida e de sucesso no mercado em que atuam.

Ter inteligência emocional

Talvez uma das características mais valorizadas pelas empresas atualmente no mercado de trabalho, a inteligência emocional contribui para que o profissional lide da melhor maneira possível com as mais diversas situações que podem acontecer e lhe pegar de surpresa em seu dia a dia na empresa. Esta é uma característica tem bastante importância, pois ajuda a lidar com o estresse, a ansiedade, com suas próprias emoções e sentimentos, bem como das pessoas ao seu redor, contribuindo para um bom desempenho , que não se deixa abalar por situações de cunho emocional, uma vez que eles sabem que estas podem ser resolvidas com calma e tranquilidade.

Aperfeiçoar-se constantemente

Um bom profissional busca sempre o crescimento e o aperfeiçoamento através de cursos, workshops, eventos, veículos de comunicação dirigidos ao seu setor, para que ele esteja sempre atualizado acerca dos últimos conhecimentos produzidos em sua área de atuação. Essa atitude demonstra que o profissional não é acomodado, mas deseja sempre ir em frente e crescer em suas escolhas.

E você, parou para pensar se é um bom profissional?  Se pode melhorar em algo?  Se está pronto para começar a trabalhar essas qualidades e ser reconhecido como um bom profissional?

Conte sempre com a gente!

Estamos com você, trazendo novidades, informações e notícias para o seu planejamento, para sua atualização e reciclagem, trazendo as tendências, os melhores fornecedores, as legislações sanitárias, as feiras, congressos e cursos do setor, conectando você ao Mercado de Alimentação. Acompanhe-nos e compartilhe.

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Atualidade

FOOD SERVICE

CENTRAL FOODS - COMO UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS PODE INFLUENCIAR NO FOOD SERVICE

Por Rogério Xerfan Hollo

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Sabemos que a rotina de um Restaurante não é uma das mais tranquilas, dizer que também a rotina do Chef é sinônimo de calmaria também não é bem assim. Entendemos que para o dia a dia destes profissionais requer muita destreza para o seu negócio e para isso é necessário o auxilio que não os deixe na mão, e claro que mantenha a qualidade de seus alimentos como prioridade, além de uma entrega rápida e eficaz, e para isso separamos algumas dicas que serão uteis para entender este bom relacionamento:

1. São otimizadores de tempo

Hoje em dia é possível encontrar restaurantes que possui um especialista que realiza a seleção pessoalmente da compra, disponibilizando de tempo e atenção, contudo sabemos que essa rotina não é viável há alguns restaurantes que possui uma demanda maior.  Podemos entender que sem a distribuidora de alimentos hoje, o comércio de alimentos se tornaria muito mais complexo.

Com a distribuidora de alimentos, um restaurante não precisa ter necessariamente profissionais focados em fazer o contato com os produtores. Isso demandaria tempo, já que restaurantes usam diferentes tipos de alimentos.

2. Especialistas no produto

Dificilmente encontraremos no mercado uma marca que além de distribuir o produto de sua produção, também realize entregas de demais produtores.

É possível ver que uma distribuidora de alimentos é especialista em seus produtos de distribuição, além de tomar todas as medidas necessárias para que o produto levado aos clientes seja de primeira qualidade.

 

CENTRAL FOODS - Distribuidora Completa

 

3. Possui toda a tecnologia necessária

Uma Distribuidora possui toda a tecnologia necessária para o armazenamento e distribuição dos alimentos, ou seja, o alimento é bem cuidado do inicio até o fim preservando seus nutrientes, além de otimizar espaço para o próprio restaurante, realizando a entrega em tempo hábil para o consumo conforme a necessidade.

4. Compra e Venda

Uma outra vantagem quando tratamos de uma distribuidora de alimentos é o seu baixo custo, pois as mesmas já conseguem o produto em um valor baixo e distribuir para o mercado, gerando maior economia na sua compra e sem a complexidade da busca destes produtos em vários lugares.

Fonte:  Intermercado

Obrigado e até breve.

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Rogério Xerfan Hollo -
Central Foods – Distribuidora de Alimentos
Idealizador da linha orgânica Pick'n Green
www.centralfoods.com.brwww.pickngreen.com

Oferecimento da Seção Food Service

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LIÇÕES DO MERCADO NORTE AMERICANO

Food Service em EUA

Por Ray Gutierrez

É difícil entender como o negócio de Food Service funciona nos Estados Unidos em comparação com o Brasil. Mas o Brasil tem o potencial de igualar ou melhorar esse segmento de negócios se pudesse aplicar o sistema usado pelos americanos.

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 Se conseguisse, esse negócio mudaria radicalmente, e os lucros poderiam dobrar e até triplicar, e trabalhar de forma mais eficaz. Com isso, publicarei passo a passo como esse negócio funciona e como ele deve adotar certos sistemas Americanos.

Sysco Inventa Um Novo Sistema de Distribuição

Antes da década de 1960, comida de estilo europeu foi distribuída nos Estados Unidos. Ou seja, o frango foi distribuído pela empresa de frango. A carne foi distribuída por empresas de carnes. Os produtos lácteos eram distribuídos apenas por empresas de laticínios. Quando os americanos começaram a comer mais na rua, mais restaurantes e locais de comida fora da casa se abriram. As empresas tiveram que ir ao mercado para comprar os componentes de fazer seu cardápio, ou tiveram que abrir a porta para receber várias vezes, e escrever um monte de verificador para cada vendedor.

Percebendo a necessidade de melhorar este sistema, o Sr. John F. Baugh e Harry Rosenthal converteram seu supermercado em 1969, para atender a esse segmento de negócios. No início, os produtos eram limitados e não tinham entrega. Mas os compradores de restaurantes perceberam que a pessoa mais importante do restaurante é a operadora. Se passassem o dia inteiro abrindo a porta, fazendo pagamentos e parando de cuidar de seus negócios, grande parte de seu ganho se devia à falta de atenção e atenção pessoal.

Com esta filosofia, a Sysco decidiu o lema de vender, implementar "One Stop ... One Shop" Isso é "uma parada ... com todas as compras." Em pouco tempo o negócio cresceu e a necessidade de entregar com caminhões foi necessária. No primeiro ano, eles compraram 5 estradas e entregas de mercadorias por toda a cidade, então a demanda por mais clientes forçou-os a comprar mais estradas e fazer as entregas cada vez mais longe.

Em um ano, a Sysco empregou 16 caminhões e mais de 400 funcionários. Em 1964,  com a demanda conseguiu mais do que uma única loja  poderia conseguir, e decidiu comprar uma empresa de distribuição na cidade seguinte. Mais e mais clientes, mais funcionários e mais produtos para vender. Já em 1969 a Sysco tinha 6 lojas e mais de dois mil funcionários e cresceu para onde está hoje.

Sysco Hoje

Hoje a Sysco possui mais de 330 armazéns de distribuição e mais de seiscentos mil clientes em todo o mundo. A Sysco tem mais de sessenta e seis mil funcionários em todo o mundo. Em 2018 Sysco atinge um total de vendas de mais de 55 milhões de dólares.

Cada armazém da Sysco possui mais de 14 mil produtos diferentes, em quantidades necessárias para o consumo de seus clientes. Os clientes da Sysco sabem que a pior coisa que pode acontecer com eles é não ter um produto em seu restaurante e perdê-lo para venda. Eles sabem que em 24 horas, a Sysco entrega à sua porta. Uma das razões pelas quais a Sysco domina o mercado. A empresa de frangos, laticínios, frutas e carnes percebeu que seria melhor para a Sysco vender seus produtos do que continuar produzindo, entregando, cobrando e mantendo relacionamentos com os clientes. Hoje, quase nenhuma empresa vende diretamente para um restaurante.

Controle Mundial

Como hoje, a Sysco já controla o mercado dos Estados Unidos, teve que expandir seus negócios fora dos Estados Unidos. A Sysco vende para quase todo o mundo. A Sysco vende em todo o Oriente Médio, partes da Europa, todo o Canadá e muito mais. A Sysco também já possui seus próprios armazéns no Canadá, Inglaterra, Bahamas, México, Costa Rica, Panamá e com o objetivo de entrar em muitos outros países. Eu fiz um estudo em 2001 sobre como a Sysco poderia conquistar o Brasil. Mas as condições atuais não se prestavam a entrar no Brasil. Eu tentei encontrar empresas interessadas em tentar fazer isso, mas nenhum investidor entendeu o negócio.

 

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Ray Gutierrez - Com mais de Vinte e Cinco Anos dedicados ao negócio de Alimentos e Bebidas Mundial. Graduado pela Universidade de FIU com uma licenciatura em Administração de Empresas Internacionais. Especialista em Food Service e Distribuição Mundial.  Experiência de trabalho com a colaboração de: Apex-Brasil, AABBA, ABPA, ANIB, ABIEC, ABIC, ABICAB, Ministério da Agricultura e centenas de empresas no Brasil.Foi Vice-presidente da Grace Kennedy / La Fe Foods, EUA e Jamaica; Diretor de Vendas Internacionais de Al-Ashrafiya, Kuwait, Dubai, Catar, Iêmen, Bahrein, KSA, Líbano; Diretor de vendas da US Foods Latin America, EU, Peru, Chile Brasil, Mexico;  Diretor da Sysco Latin American Markets, EU, Brasil, Mexico. Especialista na introdução de produtos da América do Sul, para o Mercado Americano. Fala Inglês, Espanhol e um pouco de Português.

Qualidade
de Vida

Qualidade de Vida

Frutas na sobremesa: Como atrair e estimular o consumidor para essa opção saudável

Por Mariana Ribeiro Nucci

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Quem não se lembra antigamente, após o almoço, ter chupado algumas laranjas com a família reunida? Ou até mesmo descascar uma banana e comer com a comida? No final do ano, aproveitar a safra das uvas e mangas e se deliciar com elas como sobremesa?

Muitas vezes, após as refeições havia em cima da mesa frutas e doces. Para as crianças a regra era:  - só podia comer o doce se comesse a fruta antes!

Atualmente, infelizmente o hábito de consumir frutas como sobremesa perdeu força, e, deu espaço para um grande número de industrializados como: sorvetes, chocolates, tortas, doces e afins.

As frutas são alimentos nutritivos e saudáveis, fontes de vitaminas e minerais que ajudam a regular as funções do organismo, possuem muitas fibras, que são responsáveis por um bom funcionamento do intestino, podendo também prevenir e diminuir o colesterol elevado, a glicose sanguínea elevada e demais doenças relacionadas. E o melhor de tudo, possuem poucas calorias e gorduras.

Basta uma breve reflexão sobre como fazemos nossas principais refeições, e, nos daremos conta do quanto nutricionalmente falando nossa dieta é pobre em frutas.

Já não mais sentamos à mesa, não nos damos o prazer de descascar uma fruta, nem mesmo aos finais de semana.

Quando se faz a refeição fora do lar, a maioria das vezes não temos opções de sobremesas com frutas, ou se temos, acabamos por não repará-las.

Diante das mudanças que andam ocorrendo no âmbito alimentar, fica a pergunta: - Como resgatar o consumo de frutas como sobremesa? E a resposta é muito simples. Habito! Sim, habito, e podemos construí-lo pouco a pouco até que se torne uma constante.

O primeiro passo é a informação do quanto este hábito é benéfico para sua saúde. Uma fruta madura, na temperatura que mais lhe agrada, pode ser uma opção saborosa e ainda contribui para o controle de peso corpóreo.

Faça uma análise de sua rotina. Se programe para sempre que possível, levar uma maçã ou uma banana na bolsa. Ao ir ao restaurante comece a observar se há salada de frutas, um doce feito com frutas, ou somente a fruta fresca. As churrascarias, geralmente oferecem a opção do abacaxi, que auxilia na digestão das carnes. Super valida essa opção!

Uma ótima sugestão para o consumo de frutas no dia a dia, é o planejamento. Durante a semana deixar algumas frutas limpas, descascadas e até mesmo já picadas, facilita muito.

Assim, nem a preguiça e nem a falta de tempo serão empecilhos para a ingestão de uma maior quantidade de frutas no dia a dia. Outra sugestão é ter frutas secas em um potinho na gaveta do trabalho, pode ser qualquer uma!

Na transição entre doce e frutas, consuma as frutas em compotas! São ideais para um paladar mais doce! Canela, e chocolate 70% podem ser adicionados as frutas frescas para melhorar o paladar.

Na ausência das opções acima, o suco é uma alternativa boa. O consumo de frutas ou suco de frutas logo após as refeições é uma prática bastante saudável e recomendada. Vale lembrar que, no Brasil, temos a vantagem da grande diversidade de frutas ofertadas durante todo o ano, o que torna este hábito fácil de ser realizado e diversificado. 

E nada melhor que um almoço demorado, na mesa com a família, com um bom cesto de laranjas geladinhas, uma faca boa e alguém disposto a descascar, não é mesmo?!

 

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Mariana Ribeiro Nucci - Nutricionista graduada há 11 anos pela Universidade Paulista, pós graduanda em Comportamento Alimentar pelo IPGS, atualmente atua em atendimento clínico em São Paulo.

Oferecimento da Seção Economia

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Economia

Conteúdo - Economia

COMO A TECNOLOGIA GERA MELHORIAS E MAIS PRODUTIVIDADE NAS COZINHAS PROFISSIONAIS

Por Alexandre Silva

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Quando penso em inovações tecnológicas em restaurantes, logo vem a memória algumas ferramentas como: Pedidos Online, aplicativos, sistemas de pagamentos, menu digital, entre outros.

Mas, na verdade eu gostaria de abordar como a tecnologia gera melhorias e mais produtividade nas cozinhas profissionais. Sendo assim, eu acredito em algumas ferramentas como:

1. Sistema de controle:

Um sistema de controle de todos os processos do restaurante, com o objetivo de garantir eficiência e qualidade na produção do fornecimento da alimentação.

Sistema que integre e que permita a otimização dos processos de produção, objetivando fornecer as informações necessárias para a gestão do restaurante.

Esta ferramenta precisa ter valor agregado, que controla todos os processos de um restaurante.

Proporcionando uma melhor organização e agilidade na elaboração dos pratos, preparações, informações nutricionais, previsão de quantidades de refeições, recebimento e controle de insumos, desperdícios, quebras e sobras.

2. Equipamentos diferenciados, como:  

Fornos Combinados: É um centro de cocção inteligente, que substitui diversos equipamentos e trabalha com calor seco. Faz frituras, assados e ensopados.

Processadores de alimentos: Hoje existem processadores de alimentos que servem até para dar o ponto de diversas preparações, e controlar a temperatura, não deixando queimar a preparação.

Caldeirão de fluido térmico: Faz preparações de cozimentos, refogados e frituras.

Coifa de lavagem inteligente: Elimina vapores e odores, proporciona conforto térmico e melhora o ambiente de preparo dos alimentos.

Fritadeira digital: É só programar e pronto.

Estas duas ferramentas, são “um ponta pé inicial” para mudar o conceito e introduzir tecnologia dentro da cozinha profissional, além de melhorar a produtividade, buscando redução de custos nas preparações dos alimentos.

 

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Alexandre Silva - Graduado em Administração de Empresas e especialista em Marketing. Trabalha há quase 02 anos no GRUPO LEMOS PASSOS - Como Gerente Nacional de Vendas - clientes privados.  A Lemos Passos é hoje a 4ª maior empresa de refeições coletivas do Brasil, com faturamento de R$ 150 Milhões, 2.000 Colaboradores, e 221 restaurantes administrados. Faz a gestão comercial da equipe a nível Brasil, além de ser responsável por renegociações nos atuais clientes. Alexandre tem 21 anos de experiência em: Gestão comercial, Marketing, Gestão operacional e Relacionamento com o Cliente.

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Equipamento Profissional - Food Service

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Blixers®: Emulsionadores-Misturadores

Vantagens do produto:

• 2 funções em 1!

Os Blixers® unem em uma máquina as qualidades de dois aparelhos bastante conhecidos: o cúter e o liquidificador/mixer.
Os Blixers® facilitam a preparação de refeições batidas cruas ou cozidas, líquidas, semilíquidas ou pastosas.

• Eficazes

Devido à grande capacidade para líquidos, à tampa com braço raspador e à vedação, esses modelos permitem preparar com muita facilidade todos os trabalhos de mistura, inclusive para alimentação por sonda.

• Confiáveis

A proteção da tampa e o freio do motor impedem o acesso à lâmina durante o funcionamento e garantem a
total segurança no uso desses aparelhos.

• Higiene perfeita

Todas as peças que entram em contato com os alimentos são fáceis de desmontar e limpar, para cumprir as normas de higiene mais rigorosas (NSF).

.• Quantidade de lugares:

10 a 100

• Usuários:

Hospitais, casas de repouso, creches e restaurantes

• Resumindo:

Esses aparelhos têm todos os atributos para seduzir: rápidos, eficazes, simples, robustos, produto final de qualidade impecável, sem alteração do sabor e do gosto.

 

Mercado em movimento

Gestão do estoque da matéria prima, da sua entrada até o seu armazenamento

Por Suzana Pires Silva

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Tratando de gerenciamento de estoque, é necessário ter em vista maior controle dos recursos materiais. A armazenagem também é muito necessária, nas organizações, pois saber onde colocar, o que colocar, quanto de produto estocar, quais meios de transporte usar, mantendo uma gestão eficiente nesses processos, é de fundamental importância para a agregação de valor ao negócio. Nesse sentido, algumas empresas já buscam explorar as técnicas inovadoras na área de controle de estoque e armazenagem, seja por meio de ferramentas ou técnicas de gestão de estoque

Ao planejarmos a alimentação para uma coletividade, devemos ter em mente a importância da seleção e dos cálculos quantitativos para minimizar os custos. Do ponto de vista financeiro, os estoques devem ser reduzidos para diminuir o capital investido. Um aumento do nível de estoque mantido pela unidade é acompanhado de um aumento dos custos de armazenamento.

A política de compras dependerá do que for resolvido pela instituição. O responsável pelo serviço deverá mostrar as vantagens de sua escolha, no caso de armazenamento ou de produção. Fatores como localização dos centros de abastecimento, transporte, disponibilidade financeira e espaço de armazenagem, garantirão a qualidade final do produto.

Os alimentos são armazenados de acordo com as suas características organolépticas. O local deve ter estrados e estantes apropriados para armazenar os alimentos não perecíveis. As condições físicas e estruturais do local devem estar de acordo com a organização, limpeza, higiene e o trabalho dos funcionários. As orientações atuais são de manter o estoque de produtos armazenados baixo e uma alta frequência de reposição e rotatividade.

Os cuidados são relacionados com a logística do fornecedor na entrega e na disponibilidade dos produtos adquiridos para a unidade de alimentação, o que garante a possibilidade de diversificar os produtos com maior frequência e aproveitar melhor as ofertas apresentadas. As compras dos produtos alimentícios in natura devem apresentar padronização. É importante, também, verificar se as caixas de transporte são de polipropileno, material passível de lavagem e esterilização.

Para manter a qualidade e integridade dos alimentos armazenados no estoque, são necessários que vários pré-requisitos sejam respeitados, para evitar perdas ou riscos na utilização de produtos com data de validade vencida ou estragados por armazenamentos inadequados. Deve –se observar nos produtos armazenados a data de aquisição e de validade e priorizar o uso dos que já se encontram armazenados quando houver a compra de novos. No sentido que o primeiro que vence, será primeiro a sair.

Portanto, a gestão do estoque visa elevar o controle de custos e melhorar a qualidade dos produtos. É possível definir a quantidade ótima do estoque de cada componente e dos produtos da unidade, entretanto, só é possível defini-la a partir da previsão de consumo dos mesmos. Para assegurar a gestão do estoque de matéria prima, vale ressaltar a importância do estoque mínimo ou de segurança, alimentos considerados “coringas”, que serão utilizados em situações inesperadas, fora da rotina, que demandam rapidez no fluxo do processo.

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Dra Suzana Pires - Nutricionista Analista em Segurança de Alimentos e Docente em Nutrição

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Fornecedor

Gestão de compras para restaurante

Em um restaurante ou qualquer serviço de alimentação, realizar as compras não deve ser apenas uma tarefa com a finalidade de repor mercadorias vendidas ou utilizadas. Os restaurantes precisam ter uma gestão de compras definida, para atingir objetivos como:

√  Comprar nas quantidades corretas;

√  Ter eficiência nas compras;

√  Conseguir os melhores preços e as mais baixas despesas relacionadas;

√  E receber as entregas nas datas necessárias.

A definição desse processo e de um gestor voltado para ele propicia ao restaurante um funcionamento mais cuidadoso e responsável.

Agora, para ajudarmos você a implementar esse processo no seu restaurante e ganhar mais produtividade -.Conheça o Guia de Compras do Restaurante:

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Com a procura constante dos Compradores por Fornecedores Qualificados e Técnicos no setor da alimentação, o Marketing Nutricional oferece aos gestores de serviços de alimentação, uma ferramenta de consulta fácil e atualizada: OFFe Ofertas & Soluções.

Solução desenvolvida para que Restaurantes Comerciais, Cozinhas Industriais, Cozinhas de Hospitais, Restaurantes de Hotéis, Padarias, Lanchonetes, Redes de Fast Food entre outros Serviços de Alimentação possam ser beneficiados na questão Compra e Qualidade que só o bom Fornecedor pode oferecer através do OFFe Ofertas & Soluções.

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Seção Alimento Seguro

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Marketing

Negócio

Você é um apaixonado ou um profissional?

Por Isabela Gontijo

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Um belo dia, saindo de casa para trabalhar, me deparo com um fuê gigante de uns 3 metros caído na calçada. Como aquilo foi parar ali? Olho adiante e percebo por trás de uma vitrine umas cadeiras e mesinhas. No fundo, um balcão com decoração de rendas. Só aí me dei conta: tem uma confeitaria muito perto da minha casa. Perguntei aos vizinhos sobre a confeitaria, só um me disse que ela estava aberta há uns 5 meses, os outros não sabiam de sua existência.

ASerá que o dono dessa confeitaria sabe o porquê da falta de clientes? Alguns diriam “falta uma placa”. E eu perguntaria: “E por que ele preferiu colocar um fuê gigante ao invés de uma placa?” Eu não tenho como saber o real motivo, pois não conversei com o dono da confeitaria e seria injusto julgá-lo. Mas proponho analisar esse caso de forma geral, pois pode ser útil para você.

Quando abrimos um negócio de foodservice passamos de amigo que cozinha bem para empresário.  O que equivale a pensar que antes você era um AMADOR, agora é um PROFISSIONAL. Digo amador no sentido de quem ama cozinhar ou receber, e não no sentido de fazer as coisas mal feitas. Aliás, os amadores, por amarem o que fazem, são muito exigentes com os ingredientes, por exemplo.

AMADORES, como toda pessoa apaixonada, têm algumas fantasias, sonham que “um dia vai ter um fuê gigante na fachada, que nem o que viu no Pinterest”. Mas como profissional, você precisa transformar o sonho em algo palpável, viável, e nesse processo algumas ideias precisam ser revisadas ou até descartadas. Do contrário, a vida, com a sua bondade e justiça naturais, te mostrará de uma maneira nada sutil que você está se iludindo, ou seja, você irá à falência.

PROFISSIONAIS levam muito a sério o que fazem e por isso também levam a sério aos outros profissionais e aos clientes. Entenda que se você é chef e tem arrepios quando escuta que tanto faz o tipo farinha para fazer um certo prato, da mesma forma pessoas que entendem de gestão, arquitetura ou hosting têm arrepios quando você pega dicas no Google, pelo simples fato de saberem que não vai dar certo.

Então, para começar, tenha muito claro que o foodservice tem um tripé:

1/3 comida

1/3 atendimento

1/3 ambiente

Os três tem igual peso na avaliação do cliente. No caso de delivery, o ambiente é mais ou menos substituído pelo design visual, mídias sociais e embalagem. Acrescente a gestão à tudo isso. E seja realista. Se o que você faz bem é cozinhar, tenha pessoas boas que te apoiem no atendimento, ambiente e gestão, e assim, sucessivamente. E se você não pode pagar por tudo isso agora, aja como um profissional e capacite-se.

Caso você esteja pensando que ser um profissional assim é muito duro e sem graça. Sugiro que olhe mais atentamente, pois o profissional tem um relacionamento duradouro com o que faz. Há muito amor envolvido. Aquele tipo de amor que passa pelos momentos fáceis e difíceis, que sempre dá trabalho para manter, mas é ele que dá para a nossa vida uma dimensão maior e com mais sentido. Profissionais de verdade amam o que fazem, e ter uma paixãozinha aqui e ali traz uma graça extra ao seu trabalho. E quem sabe, de vez em quando dá até para bancar um fuê gigante na fachada.

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Isabela Gontijo - Arquiteta especialista em foodservice, membro da FCSI (Foodservice Consultants Society International) e filósofa. Proprietária da Mise en Place Arquitetura, empresa que desenvolve restaurantes que se importam..

Mercado B2B

Food Ingredients South America (FISA) 2019

Por Tassiana Rozon

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A feira Food Ingredients South America (FISA) 2019 é o principal ponto de encontro das indústrias de ingredientes para alimentos e bebidas da América Latina que ocorreu nos dias 20, 21 e 22 de agosto de 2019.

O evento já está na sua 23ª edição e foi realizado no Transamérica Expo Center, onde 180 expositores de vários países (Brasil, China, Índia, Estados Unidos, Noruega, Alemanha, Colômbia, Guatemala, México, Malasia, Espanha e Singapura) expôs os seus produtos e as novidades aos visitantes.

A edição desse ano contou com 2 novidades: o Industry Insights - espaço com palestras gratuitas voltadas aos profissionais de marketing, onde foram apresentadas as principais tendências de mercado, cases de empresas e estudos, e o Tasting Experience – local no qual os participantes degustaram inovações e lançamentos de ingredientes e produtos alimentícios, como por exemplos o leite de beterraba e bebida à base de chocolate com proteína de soja e ervilha.

Summit Future of Nutrition (O Futuro da Nutrição) da Fi South America ofereceu ao público três dias de conferências com as últimas tendências em alimentos funcionais, suplementos alimentares, orgânicos e veganos, além de abordar os mitos e verdades dos alimentos processados e assuntos mais relevantes para o desenvolvimento de alimentos. Os principais macrotemas abordados foram: Orgânicos, Naturais & Veganos, Suplementos Alimentares e Alimentos Funcionais & Nutracêuticos.

O encontro também ofereceu o Scientific Galley – área destinada a exposição de trabalhos científicos realizados pela Forc (Food research center) da USP.
No espaço New Product Zone, patrocinado pela Mintel, que destacou as principais inovações do setor, sendo:

- BRF ingredientes: aromas naturais de carne de frango líquida e em pó;

- Ingredion: Novation Lumina® é uma linha de amidos nativos funcionais que permitem criar produtos de rótulos limpos, sendo uma solução nos desafios de processos e shelf life e mantendo as características do produto.

Nessa área também conhecemos os vencedores de diversas categorias de avaliação:

 - Melhor Inovação em ingredientes alimentícios: Hydromega, da Yosen, é um ômega-3 de alga concentrada hidrossolúvel, com alta biodisponibilidade e fácil aplicação;

- Ingrediente funcional mais inovador: Ultimate Iron da Naturex – ferro obtido pela fermentação do Koji (Aspergillus oryzae é um fungo filamentoso. É utilizado nas culinárias chinesa e japonesa para a fermentação do feijão de soja.) , sendo uma opção natural para enriquecimento de alimentos e bebidas, garantindo sua alta absorção e biodisponibilidade;

- Melhor inovação em produtos alimentícios: YO.U Drink Me da YO.U Foods – é a primeira sopa engarrafada pronta para consumo do Brasil. Contêm3 porções de vegetais, sem aditivos e 6 meses de validade.;

- Produto funcional mais inovador: Olichia da Produza Foods – é um blend de óleo de chia e azeite de oliva criando uma relação ideal de ômegas 3, 6 e 9 na proporção 3:1:1.;

- Ingrediente mais inovador: Grandflavor da Duas Rodas – tecnologia exclusiva que promove saída aromática de altíssima intensidade, fixação e resistência a altas temperaturas;

- Produto mais inovador: Linha Seara Natura – primeira linha de produtos cárneos clean label, sem conservantes químicos e com somente ingredientes naturais.

 A FISA sendo o único evento focado em ingredientes alimentícios, o estande do Organis, entidade setorial dos orgânicos, destacou a empresa Concepta Ingredients que apresentou a linha Arboreto Premium Ingredients que é composta por ingredientes da biodiversidade brasileira com base em óleos orgânicos e exóticos de: açaí, babaçu tostado, castanha-do-Brasil, coco Licuri, maracujá, coco virgem, além da manteiga de cupuaçu. Todos esses produtos são ricos em ômegas 6 e 9 e fitoesteróis.

Outra empresa que chamou atenção na inovação de produtos foi a LENTEIN® Plant Protein, que é descrita como uma fonte inovadora para nutrição, a proteína da lentilha da água é de produção agrícola aquática e têm maiores teores de EAAs e BCAAs em comparação a outras proteínas vegetais. A empresa Tovani Benzaquen Ingredients que apresentou esse novo produto, por ser uma empresa que também produz suplementos alimentares com base em bioativos e ingredientes funcionais, como: Café  verde - Svetol ®, Colágenos hidrolisados, mix de vitaminas, vitamia K2 DELTA ®, NUTRICRAN ® (cranberry), entre outros produtos.

 

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FISA 2019

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FISA 2019

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FISA 2019

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FISA 2019

O que pode se notar na 23ª edição da FISA foi o crescimento da preocupação das indústrias de alimentos e bebidas em oferecer aos consumidores produtos livres de conservantes, aditivos químicos, gorduras hidrogenadas, e com foco em ingredientes naturais, orgânicos e de fontes 100% vegetais, pois de acordo com a pesquisa do IBOPE Inteligência (2018), 14% dos brasileiros se declaram vegetarianos, tendo um crescimento de 75% em relação a 2012.

A FISA 2020  já tem data marcada e será de 18 a 20 de agosto de 2020, vale a pena visitar a feira e conhecer as novidades das empresas alimentícias.

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Tassiana Rozon - Nutricionista e Gestora de Qualidade. Graduada em Nutrição pela UNIP e em Gestão de Qualidade pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduada em MBA em Serviços de Interesses à Saúde pela UNIP. Grande experiência em controle de qualidade em restaurantes, cafeterias, redes de fast-foods, hotéis e padarias, prestação de assistência nutricional a indivíduos e coletividade e atuação em pesquisas.

Agenda: Feiras, Cursos, Congressos e Eventos Alimentação

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Agenda

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AGENDA 2019

Mercado de Alimentação - Food Service

 

Mostre sua Feira, Evento, Curso, Congresso, para o Setor de Alimentação

Mais de 35.000 Profissionais recebem Notícias e Informações através do nosso Portal Marketing Nutricional e de nossas ações de divulgação do que irá acontecer durante o ano.

Profissionais da área da Alimentação

Nutricionistas, Chefs, Gerentes, Confeiteiros, Cozinheiros, Proprietários de Restaurantes que procuram por novidades, conhecimento e atualização, acompanhem os Cursos e Eventos para os profissionais do segmento.

Vocês poderão através de uma pequena e simples pesquisa na Agenda do Portal Marketing Nutricional conferir o que acontece no seu mercado e os Cursos . Eventos e Feiras que desejam participar.

Faça sua feira ou evento estarem mais perto de quem busca informação no setor Food Service! Faça sua divulgação com o EM FOCO Food Service Marketing Nutricional.

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Sua Feira, Evento, Congresso com mais visibilidade no Food Service!

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ACONTECEU

Conteúdo, Notícias e Informações

Lançamento do livro Food Service One

Ivim Pelloso e Amauri Pelloso lançaram o livro Food Service One no dia 29 de agosto, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi em São Paulo. O livro aborda assunto como Legislações, Importância do Planejamento para negócios de alimentação, benefícios e Sustentabilidade, Ambientes de uma Unidade de Alimentação, Dimensionamentos, As etapas do Projeto, Projetos Complementares, Consultorias Complementares, Técnicas e Tecnologia, Equipamentos, Inteligência, Gestão e Controle, Marketing e Arquitetura, Neurobranding, Tendências e o futuro das cozinhas, Neuroarquitetura.

 

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Livro Food Service One

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Livro Food Service One

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Livro Food Service One

Cobertura: Marketing Nutricional

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Conteúdo, Notícias e Informações

Higiexpo 2019

Higiexpo - maior feira de produtos e serviços para higiene, limpeza e conservação da América Latina, teve a sua 26ª edição nos dias 20, 21 e 22 de agosto de 2019, no São Paulo Expo. A feira, que é realizada a cada dois anos deu aos visitantes a oportunidade de ver e testar lançamentos em primeira mão, conhecimento técnico de alta qualidade; atrações como cursos gratuitos, desfile de uniformes e EPI’s, destaque Inovação e de participar do Congresso Higicon.

 

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Higiexpo 2019

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Higiexpo 2019

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Higiexpo 2019

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Higiexpo 2019

Cobertura: Marketing Nutricional

Seção SND Hospitalar

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SND Hospitalar

Engajamento - Sua importância em uma equipe do serviço de alimentação do hospital

Por Marisa Resende Coutinho

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Segundo definição, o engajamento  é o envolvimento voluntário do profissional em uma atividade. É uma forma moderna e profissional de dizer que ele ‘vestiu a camisa da empresa’, como diziam antigamente.

Cultivar o engajamento em uma organização, seja ela de saúde ou não, é de extrema importância para atingir os resultados almejados. Um ambiente com colaboradores mais engajados e motivados reflete positivamente no desempenho da empresa.

Mas qual a diferença entre engajamento e motivação?

O engajamento faz com que as pessoas busquem atingir um objetivo em comum com a empresa em que trabalham. Está relacionado com o envolvimento contínuo do colaborador. Um profissional engajado desenvolve suas atividades com empenho, sente orgulho de trabalhar na empresa e está alinhado com os princípios da organização.

A motivação, por sua vez, pode ser definida como tudo o que faz com que as pessoas ajam de determinada forma, é algo pessoal e difere de pessoa para pessoa, um colaborador não se tornará motivado se não estiver disposto para isso. Dois colaboradores podem ter razões bem diferentes para levantar da cama todos os dias e ir trabalhar.

A consultoria internacional AON, que realiza pesquisas anuais sobre o tema com mais de 5 milhões de colaboradores de empresas de diversos setores em todo o mundo, define que engajamento não é felicidade ou satisfação, é algo muito mais profundo: engajamento é o “índice de investimento psicológico de um colaborador em sua organização”.

Os colaboradores querem mais do que uma boa remuneração e benefícios, eles querem ter orgulho de pertencer à organização.

Antigamente, as empresas não se preocupavam com a forma como os seus colaboradores se sentiam em relação à organização e ao ambiente de trabalho. O importante era que eles realizassem bem as suas tarefas.

Hoje, sabemos que para que os colaboradores desempenhem bem as suas tarefas e “vistam a camisa da empresa”, é cada vez mais importante engajá-los.

Por isso, as empresas que buscam colaboradores engajados também têm investido na saúde e no bem-estar de seus colaboradores.

Fazer com que o colaborador sinta que a sua participação é importante para a empresa fará com que ele contribua cada vez mais para a companhia.

Quando uma parte da equipe não está engajada, ainda que esta parte seja, o resultado muitas vezes fica comprometido e fica difícil saber onde está o gargalo, porque há muitas pessoas e áreas.

Com os colaboradores dos Serviços de Alimentação não é diferente. Estratégias tem sido implementadas visando o engajamento, visando a melhoria da produtividade, mas também para fidelização deste colaborador na instituição, reduzindo assim o turnover e o absenteísmo, que apresentam-se altos neste público.

Ações como reconhecer o quanto a pessoa colaborou individualmente ou em grupo para as atividades e dar o feedback para o colaborador tem se tornado rotineiras, pois com essa atitude a empresa está proporcionando uma motivação, bem como, estará estabelecendo uma relação de proximidade e confiança.

O problema é que muitos gestores não sabem como medir esse nível de engajamento dos colaboradores, confundem os métodos utilizados para obter esse resultado e, com uma interpretação equivocada dos dados, acabam não eliminando as dificuldades. Ao contrário, podem contribuir para a geração de novos problemas.

Em grande parte das vezes, gestores utilizam-se de pesquisas de satisfação para tentar medir o nível de engajamento dos seus colaboradores, no entanto o nível de engajamento é muito mais que apenas uma pesquisa interna de satisfação.

Muitos gestores confundem a pesquisa de satisfação aplicada aos funcionários como meio mais eficaz para determinar o nível de engajamento deles com a empresa. Funcionário satisfeito não é o mesmo que funcionário comprometido. É claro que o nível de satisfação contribui para aumentar o comprometimento, mas medir o nível de engajamento está atrelado a outros fatores.

Enquanto a pesquisa de satisfação mede o contentamento dos colaboradores em relação à cultura organizacional, políticas de Recursos Humanos adotadas, a comunicação interna, o modelo de gestão utilizado, o reconhecimento pessoal e as relações internas, o engajamento pode ser medido pelo atingimento das metas de esforço, metas estas que dependem da ação voluntária do colaborador, por isso é importante identificar qual o esforço essencial de cada função dentro da cozinha, por exemplo, e conseguir medir isso de forma sistemática.

É importante lembrar que cada colaborador é um porta-voz da empresa. Cada prato criado, produzido, montado, transmite ao seu paciente, sobre como é trabalhar na instituição, levando uma melhor experiência para clientes, fornecedores, além de mostrar sua boa experiência na empresa.

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Marisa Resende Coutinho
Gerente de Hotelaria na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo
Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Ouro Preto
Especialista em Nutrição Clínica pelo Centro Universitário São Camilo
MBA em Gestão de Serviços de Saúde
Vasta experiência em processos de Qualidade nas áreas de Nutrição e Hotelaria, com implantação e gerenciamento conforme certificações internacionais Qmentum e Joint Comission

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Alimento Seguro

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APPCC - 7 importantes motivos para conscientização e treinamento constante da equipe operacional

Por Camila Volpato Cintra

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O que significa a palavra APPCC? Análises de Perigos e Pontos Críticos de Controle, considerado hoje o melhor programa de autocontrole com objetivo de evitar e ou reduzir os perigos físicos, químicos e biológicos dentro de um setor de alimentos.

Esse programa não será eficaz se não houver engajamento tanto da equipe multidisciplinar do APPCC, como da equipe operacional. Como diz o ditado popular: “uma andorinha não faz verão “, apenas a equipe de APPCC não evita, muito menos reduz os perigos físicos, químicos e biológicos. E como conseguimos fazer com que os princípios do APPCC cheguem ao chão de fábrica?

1 - Conscientização da equipe operacional, através de linguagens simples, como imagens, vídeos.

2 - Levar à equipe, exemplos acontecidos no próprio processo seletivo, por exemplo, uma contaminação por cabelo,  devido não usar touca corretamente. Demonstrando na prática o que é um perigo, qual ação corretiva e preventiva para uma não conformidade

3 - O treinamento não deve ser longo, e sim fazer em várias etapas, pois atualmente as pessoas não conseguem ficar concentradas por longas horas em uma cadeira.  Slides simples, com poucas palavras e boas imagens.

4 - Exercícios práticos, dinâmicos. Utilizar metodologias de raciocínio lógico, fazendo com que esse colaborador consiga determinar o que é um perigo e o que fazer para evitar, e quando ocorrer uma não conformidade, o mesmo já identificar a ação.

5 - O programa, seus objetivos e princípios devem ser em linguagem de fácil acesso a todos os níveis hierárquicos. Escrever como se fosse uma tese de mestrado ou doutorado, simplesmente o sistema será ignorado.

6 - Ter participação da equipe operacional para descrição de ações corretivas. Esses colaboradores estão na linha de frente do processo, o conhecimento que eles possuem da etapa é fundamental para descrição correta das ações e até mesmo levantamento dos períodos. E quando esse colaborador participa da ação, ele se sente parte do programa.

7 - Treinamento constante e diversificado. Alterar o instrutor de treinamento, para que as informações sempre sejam passadas de uma forma diferente e assim o colaborador seja motivado a cumprir com os princípios do APPCC, reduzindo ao máximo os possíveis desvios durante o processo produtivo de alimentos.

Hoje as pessoas são movidas ao diferente, ao novo, ou seja, o multiplicador de APPCC  deve sempre estar renovando com dinâmicas, vídeos. “Temos que tocar o coração dos colaboradores, conscientizá-los de uma forma que eles se sintam totalmente parte da empresa, do processo e assim, engajados e felizes farão corretamente todos os procedimentos operacionais para dar o máximo de segurança ao alimento produzido”.  (Ellen Lopes – Executiva Food Design).

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Camila Volpato Cintra - Camila Volpato Cintra – MBA em Gestão Industrial pela FGV, Pós-Graduada em Qualidade, Formação em Medicina Veterinária. Atualmente Coordenadora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação na Cooperativa Castrolanda (Unidade Alegra Food), atuando como gestora de Qualidade, Regulatórios, P&D e Meio Ambiente nas empresas Flamboiã Alimentos , JBS Food, Marfrig e Minerva Food. Palestrante e Consultora na área de alimentos.

Vigilância Sanitária

 

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Dr. Êneo Alves da Silva Jr- Traz mais informações sobre as questões Sanitárias, através destas informações você pode estar atualizando-se, informando-se e fazendo um melhor controle.

 

DECRETO No - 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017

Dispõem sobre a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal.
Regulamenta a Lei nº 1.283, de 18 de dezembro de 1950, e a Lei nº 7.889, de 23 de novembro de 1989, que dispõem sobre a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal.

Enviado por Dr. Êneo Alves da Silva Jr - Biomédico – Microbiologista. Especialização em Microbiologia Geral e Metodologia do Ensino Superior. Mestrado e Doutorado em Microbiologia de Alimentos e Controle Higiênico-Sanitário em Serviços de Alimentação. Autor do Manual de Controle higiênico-Sanitário em Alimentos da Livraria Varela. Sócio/Diretor da CDL Central de Diagnósticos Laboratoriais

Preencha o formulário e solicite o pdf do DECRETO No - 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017

 

Conheça a nova publicação da Anvisa:

Resolução para prestação de serviços de alimentação em eventos de massa

Preencha os dados do formulário para receber o pdf da resolução

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA- RDC Nº 43

Anvisa:

O DECRETO No - 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017


Preencha os dados do formulário para receber o pdf do DECRETO - 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017

Vigilância Sanitária

Oferecimento da Seção

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Receita

Penne Alla Crema di Funghi Portini Gamberi

 

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Ingredientes

 

  • 5g de Funghi Porcini seco
  • 150g de camarões sete barbas sem casca
  • 50g de camarão VG sem casca cortados
  • 1/2colher de alho picado
  • 1 colher de sopa de cebola picadinha
  • 1 xícara de sopa de molho Bechamel
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • 1/2 xícara de vinho branco seco
  • 1/2 xícara de caldo de camarão
  • 1/2 xícara de creme de leite fresco
  • Sálvia QN.
  • Manjericão fresco QN.
  • 200g de massa italiana tipo Penne grano duro

Modo de preparo

Deixar o funghi de molho por 10 minutos em caldo de camarão morno (feito com cascas e cabeça de camarão). Peneirar e reservar (funghi e caldo). Picar o funghi em pedaços médios. Refogar a cebola na manteiga com o alho picado até começar a dourar. Juntar os camarões e fritar um pouco. Acrescentar o funghi. Refogar um pouco. Juntar o vinho branco e deixar evaporar. Coloque a sálvia e o manjericão. Acrescentar o caldo de camarões, funghi e o molho bechamel. Adicionar o creme de leite e a massa pré-cozida Coloque o queijo parmesão ralado. Acertar o tempero. Colocar no prato de servir. Salpicar mais queijo parmesão por cima e servir decorado com um ramo de manjericão

Chef Euler Viana - Consultor Técnico de Gastronomia

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